Páginas

segunda-feira, fevereiro 18, 2013

Qual o Papel dos Pais na Aprendizagem


Olá amigos:
Qual papel do pai e da mãe quando o assunto é aprendizagem.

"O papel do pai e da mãe é estimular o comportamento de estudante nos filhos, mostrando interesse pelo que eles aprendem e incentivando a pesquisa e a leitura", diz Antônio Carlos Gomes da Costa, pedagogo mineiro e um dos redatores do ECA  Para isso, é preciso orientar os pais e subsidiá-los com informações sobre o processo de ensino e de aprendizagem, colocá-los a par dos objetivos da escola e dos projetos desenvolvidos e criar momentos em que essa colaboração possa se efetivar.

Quando o assunto é aprendizagem, o papel de cada um está bem claro - da escola, ensinar, e dos pais, acompanhar e fazer sugestões. Porém, se o tema é comportamento, as ações exigem cumplicidade redobrada. Ao perceber que existem problemas pessoais que se refletem em atitudes que atrapalham o desempenho em sala de aula, os pais devem ser chamados e ouvidos, e as soluções, construídas em conjunto, sem julgamento ou atribuição de culpa. "Um bom começo é ter um diálogo baseado no respeito e na crença de que é possível resolver a questão.

Disque Denúncia – 0800 11 1616

quinta-feira, janeiro 24, 2013

AS IMAGENS FALAM MAIS QUE AS PALVRAS

AS IMAGENS FALAM MAIS QUE AS PALAVRAS
OLHE, SINTA, REFLITA, E ESTABELEÇA SEU MODO DE AGIR



O POR QUE DO TRABALHO INFANTIL?




Analisando estes contextos poderemos firmar razões para encontrar o nosso modo e agir..






A MISÉRIA HUMANA É A CAUSA PRINCIPAL



A DIFERENÇA ENTRE POBRES E RICOS











AUSÊNCIA DO PODER PÚBLICO E A CORRUPÇÃO









FAÇA COMO NÓS NÃO SE OMITA!

 ENTRE NA MOBILIZAÇÃO ATUANDO NO SEU ESPAÇO DE TRABALHO

DISQUE DENUNCIA - 0800 11 16 16



sexta-feira, janeiro 18, 2013

O que a Escola Pode Fazer Para Eliminar o Trabalho Infantil




            

 O QUE A ESCOLA PODE FAZER PARA COMBATER O TRABALHO INFANTIL


  • Abordar o tema desde cedo na sala de aula. Salientar que o trabalho infantil causa danos físicos, emocionais e sociais.

  • Desmitificar a crença de que”criança pobre, se não trabalhar, vira bandido”. Crianças tem de estudar e se desenvolver, para terem melhores condições no futuro.

  • Esforçar-se para que as crianças permaneçam na escola. A maioria se sente discriminada pelos colegas e pelos professores, pela queda no rendimento, e desiste de estudar.

  • Dar condições para que realmente aprendam: como as crianças tendem a chegar cansadas à escola, isso deve ser levado em conta.

  • Conversar com os pais caso se desconfie que a criança trabalha. Sintomas: cansaço, desânimo, tristeza incomum  para a idade. Sem resultados, acionar o Conselho Tutelar.

  • Valorizar o mundo que a criança conhece para transmitir os conceitos: ela não tem a mesma bagagem  cultural dos colegas da mesma idade, mas é mais madura.

  • Promover palestras com especialistas e cursos para preparar os professores sobre o tema;  fornecer o suporte necessário para que se desenvolva o tema em sala de aula.

  • Combater o preconceito dos colegas de sala, explicando a situação sem constranger as crianças.

  • Lembre-se: combater o trabalho infantil é dever de toda sociedade. Portanto, se eximir da responsabilidade é um desrespeito ao Estatuto da criança e do Adolescente.

  • Não estigmatizar. Apesar das peculiaridades que possa apresentar, a criança não deve ser tratada de modo diferente das outras.

  • Trabalhar a auto-estima, pois essas crianças se sentem inferiores às outras quando chegam à escola. A maioria se sente burra e incapaz de aprender.

  • Explicar as regras e dar um tempo para que as crianças se acostumem: muitas delas não têm essas regras em casa e podem se assustar por não saber como reagir à disciplina da escola.









·         Fontes: Combatendo o Trabalho Infantil – Guia para Educadores (Cenpec); Programa para Eliminação do Trabalho Infantil; Ministério do Trabalho e Emprego.

DISQUE DENUNCIA: 0800 11 16 16

terça-feira, dezembro 04, 2012

A Infância e adolescência no Brasil



Olá amigos:
Conheça a realidade da infância e adolescência no Brasil (fonte Unicef).
O Brasil possui uma população de 190 milhões de pessoas, dos quais 60 milhões têm menos de 18 anos de idade, o que equivale a quase um terço de toda a população de crianças e adolescentes da América Latina e do Caribe. São dezenas de milhões de pessoas que possuem direitos e deveres e necessitam de condições para se desenvolverem com plenitude todo o seu potencial.
Contudo, as crianças são especialmente vulneráveis às violações de direitos, à pobreza e à iniquidade no País. Por exemplo, 29% da população vive em famílias pobres, mas, entre as crianças, esse número chega a 45,6%. As crianças negras, por exemplo, têm quase 70% mais chance de viver na pobreza do que as brancas; o mesmo pode ser observado para as crianças que vivem em áreas rurais. Na região do Semiárido, onde vivem 13 milhões de crianças, mais de 70% das crianças e dos adolescentes são classificados como pobres. Essas iniquidades são o maior obstáculo para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) por parte do País.

O Brasil está no rumo de alcançar o ODM 4, que trata da redução da mortalidade infantil. O País fez grandes avanços – a taxa de mortalidade infantil caiu de 47,1/1000, em 1990, para 19/1000, em 2008. Contudo, as disparidades continuam: as crianças pobres têm mais do que o dobro de chance de morrer, em comparação às ricas, e as negras, 50% a mais, em relação às brancas.

Aproximadamente uma em cada quatro crianças de 4 a 6 anos estão fora da escola. 64% das crianças pobres não vão à escola durante a primeira infância. A desnutrição entre crianças menores de 1 ano diminuiu em mais de 60% nos últimos cinco anos, mas ainda cerca de 60 mil crianças com menos de 1 ano são desnutridas. 

Com 98% das crianças de 7 a 14 anos na escola, o Brasil ainda tem 535 mil crianças nessa idade fora da escola, das quais 330 mil são negras. Nas regiões mais pobres, como o Norte e o Nordeste, somente 40% das crianças terminam a educação fundamental. Nas regiões mais desenvolvidas, como o Sul e o Sudeste, essa proporção é de 70%. Esse quadro ameaça o cumprimento pelo País do ODM 2 – que diz respeito à conclusão de ciclo no ensino fundamental.

O Brasil tem 21 milhões de adolescentes com idade entre 12 e 17 anos. De cada 100 estudantes que entram no ensino fundamental, apenas 59 terminam a 8ª série e apenas 40, o ensino médio. A evasão escolar e a falta às aulas ocorrem por diferentes razões, incluindo violência e gravidez na adolescência. O país registra anualmente o nascimento de 300 mil crianças que são filhos e filhas de mães adolescentes.

Disque Denuncia : 100








quarta-feira, novembro 07, 2012

Linha Dura Contra os Traficantes e Exploradores de Crianças e Adolescentes




Olá amigos (as):
Vem boas notícias por ai.
Foi criado em São Paulo um Comitê para criar e desenvolver ações de combate ao Tráfico e Exploração Sexual da Criança e Adolescente. Fazem parte desse Grupo: o Ministério Público do Trabalho, a Polícia Federal, a Secretaria dos Direitos Humanos (Brasília) e a Polícia Rodoviária Federal. Estive presente à primeira reunião, ocorrida no MPT, no dia 30 de Outubro, de 2012.
Foram tratados assuntos importantes; no âmbito da Policia Federal, a produção de vídeo que alerta as pessoas das consequências penais,  se for pego cometendo o tráfico;  outro vídeo para quem está se dirigindo ao exterior, movido por convites inconsistentes, para atuar como modelo ou dançarina; criação de documentos esclarecedores quanto às penalidades no envolvimento da exploração sexual de crianças e adolescentes. Estes documentos serão inseridos nos passaportes de cada pessoa que adentrar o país. Todo esse material será utilizado no aeroporto de Guarulhos, o maior do país.
Já a Policia Federal Rodoviária, vai reciclar e capacitar os policiais, para coibir e como atuar em rede com os conselhos tutelares, no que se refere a ações ligadas à exploração sexual e Tráfico de crianças e adolescentes. Esta ação terá também o envolvimento dos  caminhoneiros. Tudo planejado para 2013, com continuidade até a conclusão dos mega eventos (Copa das Confederações, Copa do Mundo e  Olimpíadas), quando crianças e adolescentes ficam mais vulneráveis, dado o aumento de turistas que entrarão no pais.
Para você entender o problema
Há quem diga que 500 mil crianças, no Brasil, estão submetidas a exploração  ou abuso sexual.
 No Estado de São Paulo, Sete crianças, a cada 100 mil habitantes, são exploradas ou abusadas sexualmente.
.
 São Paulo está em 25º lugar com 6,71, só perdendo para Minas Gerais (5,74) e Roraima (5,50). Mas por conta de ser o mais populoso ( 41,2 milhões de habitantes), temos o maior número de crianças.
Fonte: Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
 

domingo, novembro 04, 2012


Participe do Seminario " O Jovem no Mundo do Trabalho"

Campanha Contra o Trabalho Infantil
.

Inscrições gratuitas para o Seminário:

PARTICIPAÇÃO DO JOVEM NO MUNDO DO TRABALHO

Objetivo do Seminário: despertar, estimular e potencializar o protagonismo da juventude, em especial, em torno da cidadania e, mais especificamente, da política pública dirigida à juventude e do trabalho decente, como preconiza a Organização Mundial do Trabalho (OIT)..

Metodologia WORLD CAFÉ: discussões por meio de rodas de conversas nas quais os próprios jovens sistematizam e deliberam sobre temas em torno do trabalho num mundo que exige cada vez mais qualificação educacional e profissional.

Data: Dia 10 de novembro de 2012
Horário: das 09 às 17 horas
Público-alvo: Jovens de 14 a 29 anos*
Local: Senac Lapa Faustolo - Rua Faustolo, 1347 - Lapa - São Paulo/SP

Vagas limitadas.

Serão emitidos certificados aos participantes.


* Estudantes, aprendizes, jovens pertencentes às famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família e que integram os Coletivos do Projovem Adolescente, de organizações, entidades e órgãos públicos que desenvolvem ações voltadas aos temas do Seminário e do Fórum.

Organização: Fórum Paulista de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil. Para inscrever-se preencha os campos abaixo e clique em Enviar

Nome:
Telefone:
E-mail:
Instituição:
Ministério Público do Trabalho em São Paulo / 2ª Região
Rua Cubatão, 322 - Paraíso - São Paulo/SP - CEP 04013-001 - Fone (11) 3246-7000