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sexta-feira, junho 28, 2013

O trabalho Decente em Debate no estado de São Paulo









Olá amigos:
Apesar dos esforços, o trabalho infantil está longe de ser extinto.


Apesar dos esforços daqueles que defendem o fim do Trabalho Infantil no Estado de São Paulo, e olhe que não são poucas as Instituições, ainda é possível ver focos de resistência, por várias regiões do estado. Estivemos recentemente em Ribeirão Preto, participando da oficina itinerante do Trabalho Decente, para preparar as propostas para o encontro Nacional. De modo muito natural, o encaminhamento inicial, conduziu para o fato de não reconhecer a existência destes, naquela região. Somente após, abrirmos para o grupo, os dados do Censo de 2010, foi possível rever algumas posições iniciais. Diante da exposição, o grupo retomou a discussão, e pessoas que até então não tinham se pronunciado, passaram a relatar fatos que comprovavam a existência dos mesmos. Um sindicalista, quando atuava na periferia, como professor, relatou a existência de vários casos. Muitos deles, percebidos em sala de aula. Alunos desinteressados, sempre cansados, com bocejos freqüentes. As respostas apareciam sempre da mesma forma: trabalho Infantil. Todos, dentro das piores formas: colheita do algodão, aviãozinho no narcotráfico, agricultura familiar, trabalho doméstico, etc. Houve também, relatos que comprovavam a existência de trabalho análogo ao de escravo, trabalho escravo e trabalho infantil, na região Oeste do Estado. A discussão do grupo ficou centrada nas ações que poderiam ajudar a combater este grave problema. O fortalecimento da rede de defesa dos Direitos das crianças e adolescentes, uma ampla campanha de esclarecimento junto a população mais carente, melhorar a performance dos técnicos e educadores, foi a opção do grupo. Você também pode participar da discussão. A próxima oficina será em Bauru no dia 04 de julho.





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domingo, junho 16, 2013

Junho é um Mês Especial na Luta Contra o Trabalho Infantil.

Olá amigos:

Junho é um mês especial.





Dia 12 de Junho foi o dia mundial de Combate ao Trabalho Infantil. Por todo o Brasil houve manifestações para sensibilizar a sociedade do grande mal que é o Trabalho Infantil. Um momento para valorizar os Direitos das Crianças e Adolescentes. Uma oportunidade para demonstrar os números do trabalho Infantil, que se mantém em queda, em todas as regiões do Brasil. É preciso continuar firme nesta luta para proporcionar as nossas crianças uma educação de qualidade. Não basta garantir matriculas para quase todas as nossas crianças, .É preciso garantir um ensino de qualidade onde realmente todas as criaças possam aprender.

No mês de junho estivemos em Belo Horizonte, nos dias 13 e 14, participando da reuniâo da região Sudeste, preparatória para a conferência nacional pela erradicação do Trabalho Infantil , que ocorrerá em Agosto deste ano. Ali serão definidas as Diretrizes para a Conferência Global, que ocorrerá no Brasil, ainda este ano. Ao final do evento, recebi dos meus colegas, após votação, o direito de representar o Estado de São Paulo, na conferência Nacional.

No dia 6 de junho, estivemos na cidade de Registro acompanhando o programa Escola e Comunidade  Criança não Trabalha. Fantástico! Maravilhoso!  Sob a orientação de Leandro Medina, setenta participantes invadiram a si próprios e retornaram aos tempos de infancia. Uma aula de Ludicidade para não esquecer jamais. Parabéns ao Leandro e ao Alexandre Isack .

Disque Denúncia 0800 11 16 16

segunda-feira, abril 15, 2013

Fortalecendo a Rede de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente no Vale de do Ribeira.



Escola e Comunidade Criança não Trabalha, em Registro, com 62 participantes 

Um rede de defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente

Uma mobilização pela Erradicação do Trabalho Infantil no Vale do Ribeira

quinta-feira, abril 11, 2013

Escola e Comunidade Criança não Trabalha no Vale do Ribeira.


 

Uma rede de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente                                                               

Olá amigos:
 Mais esperança para  nossas Crianças e Adolescentes do Vale do Ribeira.



Estivemos, no dia 4 de Abril, em Registro, participando de uma importante reunião com os 14 municípios locais, que compõe o Vale do Ribeira. A região faz parte dos 1.776 pontos de exploração sexual de crianças e adolescentes, que a Policia Rodoviária apresentou nesta semana, no Jornal Nacional. É demais, não é? Foi por isso que lá estivemos.O presidente Motta, da Fecomerciários, onde coordeno o programa de Educação e Responsabilidade Social, assinou um Termo de Cooperação, para implantação em cada município, do programa Escola e Comunidade Criança não Trabalha, uma rede de defesa dos Direitos  da criança e do adolescente. Setenta agentes serão capacitados  durante 8 meses. Ontem, dia 10, iniciamos o trabalho. Esperamos que cada município possa realmente montar a sua rede e ampliá-la, de modo a se  constituir forte para combater o trabalho infantil, e oferecer a cada criança um futuro com dignidade e oportunidade. O programa tem a parceria do Ministério Público do Trabalho, Fórum Paulista de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, e do Fórum Regional Peti do Vale de Ribeira.

Disque Denúncia: 0800 11 1616

segunda-feira, fevereiro 18, 2013

Qual o Papel dos Pais na Aprendizagem


Olá amigos:
Qual papel do pai e da mãe quando o assunto é aprendizagem.

"O papel do pai e da mãe é estimular o comportamento de estudante nos filhos, mostrando interesse pelo que eles aprendem e incentivando a pesquisa e a leitura", diz Antônio Carlos Gomes da Costa, pedagogo mineiro e um dos redatores do ECA  Para isso, é preciso orientar os pais e subsidiá-los com informações sobre o processo de ensino e de aprendizagem, colocá-los a par dos objetivos da escola e dos projetos desenvolvidos e criar momentos em que essa colaboração possa se efetivar.

Quando o assunto é aprendizagem, o papel de cada um está bem claro - da escola, ensinar, e dos pais, acompanhar e fazer sugestões. Porém, se o tema é comportamento, as ações exigem cumplicidade redobrada. Ao perceber que existem problemas pessoais que se refletem em atitudes que atrapalham o desempenho em sala de aula, os pais devem ser chamados e ouvidos, e as soluções, construídas em conjunto, sem julgamento ou atribuição de culpa. "Um bom começo é ter um diálogo baseado no respeito e na crença de que é possível resolver a questão.

Disque Denúncia – 0800 11 1616

quinta-feira, janeiro 24, 2013

AS IMAGENS FALAM MAIS QUE AS PALVRAS

AS IMAGENS FALAM MAIS QUE AS PALAVRAS
OLHE, SINTA, REFLITA, E ESTABELEÇA SEU MODO DE AGIR



O POR QUE DO TRABALHO INFANTIL?




Analisando estes contextos poderemos firmar razões para encontrar o nosso modo e agir..






A MISÉRIA HUMANA É A CAUSA PRINCIPAL



A DIFERENÇA ENTRE POBRES E RICOS











AUSÊNCIA DO PODER PÚBLICO E A CORRUPÇÃO









FAÇA COMO NÓS NÃO SE OMITA!

 ENTRE NA MOBILIZAÇÃO ATUANDO NO SEU ESPAÇO DE TRABALHO

DISQUE DENUNCIA - 0800 11 16 16



sexta-feira, janeiro 18, 2013

O que a Escola Pode Fazer Para Eliminar o Trabalho Infantil




            

 O QUE A ESCOLA PODE FAZER PARA COMBATER O TRABALHO INFANTIL


  • Abordar o tema desde cedo na sala de aula. Salientar que o trabalho infantil causa danos físicos, emocionais e sociais.

  • Desmitificar a crença de que”criança pobre, se não trabalhar, vira bandido”. Crianças tem de estudar e se desenvolver, para terem melhores condições no futuro.

  • Esforçar-se para que as crianças permaneçam na escola. A maioria se sente discriminada pelos colegas e pelos professores, pela queda no rendimento, e desiste de estudar.

  • Dar condições para que realmente aprendam: como as crianças tendem a chegar cansadas à escola, isso deve ser levado em conta.

  • Conversar com os pais caso se desconfie que a criança trabalha. Sintomas: cansaço, desânimo, tristeza incomum  para a idade. Sem resultados, acionar o Conselho Tutelar.

  • Valorizar o mundo que a criança conhece para transmitir os conceitos: ela não tem a mesma bagagem  cultural dos colegas da mesma idade, mas é mais madura.

  • Promover palestras com especialistas e cursos para preparar os professores sobre o tema;  fornecer o suporte necessário para que se desenvolva o tema em sala de aula.

  • Combater o preconceito dos colegas de sala, explicando a situação sem constranger as crianças.

  • Lembre-se: combater o trabalho infantil é dever de toda sociedade. Portanto, se eximir da responsabilidade é um desrespeito ao Estatuto da criança e do Adolescente.

  • Não estigmatizar. Apesar das peculiaridades que possa apresentar, a criança não deve ser tratada de modo diferente das outras.

  • Trabalhar a auto-estima, pois essas crianças se sentem inferiores às outras quando chegam à escola. A maioria se sente burra e incapaz de aprender.

  • Explicar as regras e dar um tempo para que as crianças se acostumem: muitas delas não têm essas regras em casa e podem se assustar por não saber como reagir à disciplina da escola.









·         Fontes: Combatendo o Trabalho Infantil – Guia para Educadores (Cenpec); Programa para Eliminação do Trabalho Infantil; Ministério do Trabalho e Emprego.

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